quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Elas
Na varanda da imensa manhã
Elas se viam nuas em sonhos
Seus corpos pedindo abrigo
Seus desejos estampados na pele
Arrepios e convites ao prazer
Ansiedade de amor do viver
Lá fora a distancia
A paisagem cinza convidava ao abraço
As caricias dos dias de frio
Enquanto no peito o compasso
De dois corações em arrepio
Não fizeram mistérios ao mundo
Não fecharam as janelas ao amor
Num apertado abraço e um suspiro profundo
Entregaram-se ao prazer
Aliviando toda a dor
Elas são duas em uma
É o sol em noite de luar
É a lua buscando calor
No reflexo de estrelas no mar
E dois corpos misturando o sabor.

By Everson Russo
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A Menina Que Olhava o Mar
Incompreendidos são seus sonhos
Misteriosos são seus sentimentos
Nos mistérios desse verde e azul olhar
Ela se perdia na imensidão do infinito
Bem distante onde o seu coração quis navegar
Dançou sobre as ilhas inquietas
Chorou sob tempestades encobertas
E nessa alma solitária e deserta
Não encontrou a porta pro amor aberta
Deixou que a onda beijasse seus pés
E acariciasse todo o seu corpo enfim
Esperando desse sentimento o revés
E que essa dor um dia tenha fim
Se perca no mais profundo do oceano
Entre o abissal e o desengano
E ela volte enfim a ser feliz
Como estrela que brilha reluzente
Deitada nua na areia
Em noite de lua e bela sereia.

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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Solta na Vida
Perdeu a segurança
Da folha do amor
Escorreu pelo galho
Fruto sem sabor
Ao sol ela secou
Coração ferido
Como medo de amar
Na solidão
O sangue estancou
Esperando o corte cicatrizar.

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Na Leveza da Bolha de Sabão
Na leveza da bolha de sabão
Seu mundo gira
Gira também meu coração
Somos dois em um
Num delicado toque do vento
Aproveitando as delicias do momento
Suave e serena paz de espírito
E numa fragilidade sem fim
Tenho medo de perder você
E nunca mais te sentir assim
Bem perto de mim.

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cítara
Acaricio teu corpo
Procurando a perfeição
De um acorde de amor
Que embale teu coração
Entre cordas afinadas
Embalada em versos de amor
Nas baladas que tocam tua vida
Dedilhando somente
Pra aliviar tua dor
Entre riffes de desejos
Montando harmonia do infinito
Na plenitude do horizonte
Descobri o som mais bonito
Afinação de carinho
Num beijo cercado de paz
E bem no final do caminho
Meu sonho em teus braços
Aconchega-se e em amor se desfaz.

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sob o Sereno
Do mundo que se fez amor
Da desilusão que se fez a dor
Da alma que se fez vencida
Da poesia que fluiu em minha vida
Era um peso sobre os ombros
Uma dor da flor do jardim
Deitado ali entre os escombros
Eu percebi a proximidade do fim
Fechei os olhos pra ver a escuridão
Contei as mais belas estrelas da imensidão
Senti o passo leve, era o teu caminhar
Menina pura em amor
Vem logo, vem depressa me amar
Vestida apenas de pétalas de rosas
Liberta de todos os espinhos
Teu corpo perfumava infinito
Seus desejos claridade dos caminhos
E na grama fria e verde do paraíso
Eu te venero, eu te preciso
Deitou-se ao meu lado
Acariciou minha alma
E num sorriso selado
Beijou minha calma
Chorei por diversos segundos
A emoção de ter você tão perto
Na exatidão daquele momento
Inundou de amor meu deserto
Teu corpo deixou marcas de amor
Tatuagens eternas no meu
Da presença suave do sabor
Do mais puro amor conheceu
Hoje guardo num baú de sonhos a lembrança
Desse encontro entre sol e lua
No verde imaginário a esperança
De te ter tão perto e nua
Quero adormecer em delírios
Pra poder sonhar outra vez
Entre rosas, girassóis e lírios
Afagar novamente a tua timidez
Abri meus olhos e percebi
Que um novo dia raiou
Corri pro meu quarto e escrevi
A canção que o teu coração cantou.

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Incrédulo
Naquele momento único
O poeta cético do amor
Não conseguia acreditar no que via
No meio daquela dor
Uma caneta num canto da mesa
E um papel totalmente em branco
Um violão recostado na cama
E seu banquinho solitário
Ele não conseguiu escrever
Naquela madrugada fria
Será que desistiu de viver
Ou perdeu sua alegria
Nenhum rabisco de amor
Nenhum sentimento sequer
No colorido daquela paisagem
Ele não decifrou sua cor
Nem as curvas de uma misteriosa mulher.

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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

"Re" Estevan
Eu gosto desse seu olhar
Que uma hora é verde
Meio parecido com o mar
Em outra hora é mel
Gosto bom de provar
Eu gosto desse seu jeitinho triste
De menina perdida
Sem rumo ou lugar pra ficar
De rosto meigo e sereno
Mas com muito amor pra dar
Eu gosto desse seu jeito menina
Fonte pura de água cristalina
Que na verdade sabe bem o que quer
Pois na loucura da vida
É bem mais que uma menina
É uma linda e poderosa mulher
Eu gosto quando você diz que chora
Não quero saber de ver você triste
Mas me faz poesia no vento
Pensar em ser seu travesseiro
Só pra ganhar um abraço
Daquele simples momento
E no silêncio dessa imensa tristeza
Poder por alguns segundos
Enxugar suas lágrimas e ser o seu companheiro
Eu gosto desse seu jeitinho de brava
Italianinho modo de ser
Às vezes meiga e doce
Em outras um limão a se conhecer
Mas que carrega no peito ciúmes de uma forte amizade
E uma forma intensa de viver
Eu adoro esse seu jeito meio perdida
Que nada
Menina bem sintonizada com a vida
Que só deixa no mundo
Um caminho cheio de pétalas
Perfumando os passos de quem te segue
Demonstrando seu imenso coração
E seu enorme querer
Eu sigo cego seu horizonte
Apenas catando no chão a poesia
Que deixas cair no infinito
Numa forma desesperada de te conhecer
E em todos os momentos
Eu gosto de “Coisas Assim”
Pois ali refletem todos os raios do imenso sol
Que toca você tão distante
E também tem o poder de tocar em versos a mim
Agradeço a Deus
Meu Eterno Protetor
Por ter me permitido conhecer uma menina chamada “Re”
Doce fonte de carinho e amor
Eu agradeço a você “Minha Doce Menina”
Porque mesmo desconfiada dessa vida
Ter aberto uma fresta de sua janela
Por onde eu entrei de mansinho
E fico bem quietinho te observando
Só pra te roubar mais um carinho.

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O Post de hoje é dedicado a aniversariante "Re", www.regynaestevan.blogspot.com , a quem desejo toda a felicidade do mundo, amor e paz no coração, paz e muita saude, e todas as flores do jardim do amor,,,que Deus te abençoe minha querida amiga...beijos e beijos e beijos.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Galhos Secos
Na frieza do outono
Anunciando o inverno
Meu amor se despediu
Olhou na janela embaçada
Deu um leve adeus
E partiu
Deixou sobre a mesa uma flor
Indicando que poderia voltar
Mas não voltou
E nessa imensidão
Meu mundo mudou de cor
Rabiscos de uma canção
Que mesmo sem terminar
Toca o violão sem parar
Na esperança de ouvir um barulho no portão
Anunciando que enfim
Ela resolveu voltar.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Delito Sagrado
Enquanto a tarde cai
Serenamente feito chuva
O sol se esconde na montanha
E nuvens molham o mundo
A lua diz não àquela noite
Você tranquilamente se despe
Instigando os desejos mais profundos
Fazendo pulsar mais forte o coração
Na ansiedade da descoberta de outros mundos
O suspiro já se faz aguçado
Quando percebo você no quarto entrar
Desfilando sua nudez impecável
E me pedindo pra inteira te tocar
Eu me entrego à loucura do momento
E como um barco sob a tempestade
Totalmente à deriva e desequilibrado
Apenas me perco nesse caminho
E me vejo num delito então sagrado
Cada curva a se descobrir
Cada centímetro de pele a se beijar
Cada arrepio a se contentar
Em cada pedaço de sonho te amar
Eu te amo
Bem mais que o sol ama a lua
Eu te desejo
Bem mais que a onda deseja a areia da praia
Eu te preciso
Muito mais que o mundo precisa do oxigênio da vida
Eu sou você em passos lentos
Você inventa meus mais completos sentimentos
Eu não quero nada além do sentimento puro
E estar com você no mais profundo escuro
Só pra me guiar no brilho intenso do seu olhar
Mesmo que eu me perca e caia no mar
Estarei contigo ao meu lado e não quero me salvar.

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domingo, 30 de janeiro de 2011

Vazio
Vazio no corpo
Vazio no olhar
Vazio na alma
Um medo de amar
Vazio nos sonhos
Vazio no quarto
Vazio na cama
Saudade de quem disse que me ama
Vazio meu mundo
Vazio o seu
Vazia a estrada
Em que tudo se perdeu
Vem depressa
Preenche meu vazio
Eu estou aqui sozinho
E sentindo muito frio.

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sábado, 29 de janeiro de 2011

The Parking Girls
A madrugada se faz louca
Loiros esvoaçantes pelo ar
Perfume cítrico das estrelas
Onde a paz quer devorar
Descoberta de sonhos
Mistérios e desejos de amor
Na ansiedade da lua
Arrepios de peles
Beijos e beijos com imenso sabor
Garotas devoram a noite
Na amplitude do infinito
Enquanto o pára-brisa embaça
Um vulto atento ali passa
A procura de descobrir um segredo
Dessas almas que se misturam sem medo
Uma devora a outra num simples olhar
Garras de felinas aguçam sensações
Que ao êxtase vão provocar
E na magia a malicia da escuridão
No deserto da imaginação se encontrar
Enquanto o mundo explode em poesia
Que essas meninas desenham no ar
Seu corpo explode no meu
Meu corpo explode no seu
E nos milhões de meteoros
Uma nova galáxia a se inventar.

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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O Amor Em Pequenas Partículas
Um afago no rosto
Um beijo pela manhã
O entender o seu gosto
Sua mordida na maçã
O desejo suave
Da brisa do infinito
A leitura de uma clave
Suavidade da canção
É o acorde mais perfeito
Nas cordas do violão
O amor em pequenas partículas
Inunda a imensidão
É entender cada centímetro
Do seu corpo pedindo mais
No arrepiar de cada milímetro
Desse seu universo só de paz
Um dia o amor se viu sozinho e saiu
Pelo mundo a procurar
Uma forma de encontrar
O mais perfeito bem querer
Então eu cruzei sua esquina
E nessa loucura de menina
Eu encontrei você.

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dois Mundos
Quero em teu mundo viver
Encoste-o no meu
Dá-me teu carinho
Que o meu já é todo teu
Só assim o meu caminho
Encontrará o teu sorriso
Que num planeta do passado
Um dia se perdeu
Na luz do teu olhar
Que apenas refletiu no mar.

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Participação super especial da minha amiga e poetisa Célia Estevan, a quem agradeço a parceria, beijos querida.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ainda é Cedo Amor
Séria é aquela menina
Olhar fixo no nada
O amor não se encontra
Em qualquer esquina
E quando ele vem
Ela diz não estar preparada
Perdida em seus medos
Em seus conflitos de dor
Na loucura de uma saudade
Ou na não lucidez do amor
Às vezes bate no peito
Uma vontade louca de chorar
E contra essa dor não tem jeito
Seus sentimentos irão desabar
Chora deitada no frio
Abraçada ao seu travesseiro
Esperando a calmaria de um rio
Ou a um amor verdadeiro.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Sopra Vento
Sopra vento
Carrega a folha
Balança o raio de luar
Sopra vento
Sacode os cabelos dela
Fazendo-a arrepiar
Sopra vento
Embala o beijo
Gosto do desejo
Perfume de lavanda pelo ar
Sopra vento
Desvia o olhar
Menina nua
De encontro ao mar
Sopra vento
Traz um segredo
Eu não tenho medo
De te afagar
Sopra vento
Vem logo menina
Que nesse momento
Eu te quero amar.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Cor do Seu Telefonema
Era madrugada
E eu não queria lembrar
De todo aquele silêncio
Nem faziam barulho
As ondas rebeldes do mar
Uma estrela piscava
A milhões de anos luz
Nada me acalmava
Era pesada a minha cruz
Naquela noite eu não teria
A paz do mundo azul
Eu percorria oceanos vazios
Na imensidão de norte a sul
E no meio de tudo
Na insensatez do meu dilema
Eu escutei a sua voz
Eu percebi a cor do seu telefonema
Que da distancia do seu mundo
Veio só pra me salvar
Na maciez do seu carinho
Eu encontrei o meu caminho
E então o pássaro novo
Voltou a se aconchegar no ninho.

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domingo, 23 de janeiro de 2011

Estrela Triste
Estrela triste
Sozinha no céu
Seu mundo não existe
Rasgou o véu
Ali parada
Sobre a imensidão do mar
Ela enfim desistiu do sonho
E deixou de brilhar.

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sábado, 22 de janeiro de 2011

Ao Meu Amor...Com Carinho
Guarda no teu coração
A estrela da saudade
E deixa brilhar no teu olhar
O mais belo arco-íris
No infinito horizonte da tua esperança
E a minha brisa te beija.

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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

The Red Shoes
O sapato é vermelho
Da cor dos lábios
O beijo um pecado
A se provar
Unhas felinas
A pele arranhar
Os seios macios
Gosto bom de provar
O corpo inteiro
Em amor se desintegrar
Deitada na cama
Completamente nua
Na verdade de quem ama
A lua ilumina a rua
Deixa-me ficar
Não me pergunte nada
Eu quero te amar
No seu corpo fazer morada.

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