sexta-feira, 20 de maio de 2011

Desconexo Afago
No toque da solidão
Cercada da escuridão
Do mundo em desalinho
Eu me perco na imensidão
Não queria estar sozinho
Desconexo afago
Que hoje trago no peito
Pra viver da luz da lua
Contra dores do amor
Nunca haverá outro jeito.

By Everson Russo
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Assim...
Solidão maltrata
Corrói o coração
Dilacera o corpo
Congela a alma
Lua que debruça na janela
Esperando por você
Vento que afaga nuvem
Desnudando uma estrela
Lembrei de você
Dor que corta o olhar
Sangra o peito em lágrimas
E eu não posso ficar
Despedindo do meu tempo
Onde invade o amor
Que eu não sei mais esperar.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Na Paisagem Que Me Relata a Vida
Eu paro em frente ao mar
Ouço ondas que vem e vão
Não sei se eu vou conseguir rimar
Meu desejo com seu coração
Tenho jardins de flores coloridas
Estrelas que caem sobre o meu teto
E nas paisagens dessa vida
Traduzo o amor pro meu dialeto
No colorido cinza da janela de inverno
Na lágrima que escorre do seu olhar
Nos rabiscos de um poema no caderno
Da nudez do seu corpo que eu quero amar
Sentado no banco da praça
Pego uma folha de outono que fugiu
E da janela de um carro que apressado passa
Foi você quem me sorriu.

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Voa Borboleta
Voa borboleta
Voa na distancia do infinito
Vai de encontro aos teus sonhos
Deixa ecoar o teu grito
Voa pela madrugada
Na luz dos vagalumes
Pois teu amor é ouro
Que ilumina tua estrada
Voa em cada estação
Na imensidão do teu coração
Voa em diversos jardins
Pois o teu, sempre lhe espera
Na grandeza do teu olhar
Terás felicidade pra amar
Borboleta de amor
Em noite prateada
Voa com teu jeito único
E tua bela asa dourada.

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

De Mãos Dadas Com a Menina...Lua
Lua me dá a tua mão
Vamos sonhar
Escolher uma estrela
Andar sobre o mar
Sentir o toque do vento
Lua vem comigo
Não desgruda de mim
Oferece-me teu ombro amigo
Faz-me feliz assim
Lua menina
Dona do infinito
Lágrima cristalina
Sorriso bonito
Faz amor comigo
Nessa imensidão
Lua de prata
Proteja-me da escuridão
Lua deitada em cama de amor
Despida de medos
Só eu em segredos
Aliviarei a tua dor
Lua teu beijo
De noite é luar
Saiba que o meu desejo
É só te encontrar.

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domingo, 15 de maio de 2011

Apenas Uma Noite
Eu tinha estrelas
Um branco lençol
A lua imensa na janela
Eu tinha o beijo
E o desejo
Eu tinha você
Que tão logo não chegue a manhã.

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sábado, 14 de maio de 2011

Buscando Seu "Eu"
Ela não tinha nome
Ela não tinha rosto
Muito menos telefone
Eu não sei qual o seu gosto
Jamais mostrou sorriso
Não deixava o vento tocar
Um horizonte impreciso
Deserto em frente ao mar
Suas fotos eram diferentes
Refletiam a outro alguém
Seus versos inatingíveis
Só a ela mesma
Que ela deseja o bem
Seu olhar não vê espelho
Seu corpo não tem alma
Queima o fogo em vermelho
Não tem verde esperança
Seu caminho não tem a calma
A cada pergunta que faço
A cada verso que escrevo
E a cada linha que traço
Eu não mais me atrevo
A subir essa escada
Passo a passo no compasso
Dessa menina
Tenho agora respostas pra tudo
Se é verdade ou mentira
Isso ela nunca saberá
E a primeira pedra
Quem atirará?

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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Clara Luz
Na clara visão de vida
Surgia Clara menina de luz
Incompatível ao seu tempo
Em paz com a sua juventude perdida
Inquieta com a sua própria vida
Procurando sempre por novas emoções
Seu corpo deseja entender
Todas as sensações
Tece em seu diário
Feito preces que constrangem o amor
De uma vida que transcenda a alma
Ela luta contra a própria dor
Não quis passar no mundo
Sem lutar pelo seu ideal
Num sentimento louco e profundo
Ela viveu de tudo um pouco
Caindo em uma viagem irreal
Era frágil criança
Que um dia quis entrar na dança
De um susto quis entender todo o caminho
No dilacerar de um coração juvenil
E os desejos de encontrar carinho
Na força que pretendia demonstrar
Quando o amor lhe tocou o coração
Ela lutava e desabava em madrugadas
Pra conseguir suportar a solidão
Fez da sua vida um livro
E de todos os passos um aprendizado
Na maciez encontrada nas vitórias
E nas insanidades de um sonho derrotado
E no resgate de um diário amarelado
Ela escreveu todas as suas memórias
Pra poder ter num futuro incerto
O encontro com a tão sonhada felicidade
E poder enfim terminar de escrever suas histórias
Clara Luz era uma menina que tinha na alma luz clara
E enfrenta pela vida todos que lhes viraram as costas
E lhes jogaram cobranças pela cara.

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Pedindo desculpas aos amigos do Livro dos Dias pela loucura que é o Blogger e nos deixou fora do ar,,,abraços de bom final de semana a todos...paz de Deus sempre!!!

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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Clara Escuridão
Entre tambores e o silencio
No rufar da solidão
Escuridão de uma noite
Medos de um coração
Sob o céu eu salto
Na infinidade do mar
Não há maciez no asfalto
Das profundezas dos sonhos
De onde o amor quer chegar.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Como Te Ver Assim?
A postura triste dos olhos
É por não poder mais ver
O brilho da amizade
É por não poder
Roubar displicentemente a tua beleza
É por não poder descobrir
Onde se encontra a felicidade
É olhar ao redor
E ver a arrogância dos que se acham
Supremos e intocáveis
Pois indestrutível talvez seja só o espírito
Pois o coração já não suporta
A ausência do teu beijo
E se encontra aos pedaços
Por tudo ser assim.

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terça-feira, 10 de maio de 2011

A Tua (Dor) Tristeza
Guardo nas gavetas da vida
A tua tristeza de alma
Os teus desejos em coração
A tua pressa me acalma
Mas teus mistérios
Fazem-me perder a razão
Quero ter a certeza
De que tu não és assim
Quero encontrar a nobreza
Do que despertaste em mim
Senti no teu olhar
O mesmo que busca o amor
Senti nas tuas escritas
Palavras sofridas de dor
Fizeste um vôo rasante
E tocaste uma flor
E foi nesse exato instante
Que eu semeei teu amor
Hoje não vejo sentido
Em teus rabiscos de poesia
Pois tu não quiseste estar mais comigo
Em noites escuras e frias
Rasgo do peito a mentira
E sigo rumo ao teu infinito
Não sei o que realmente sentira
Mas tu não ouviste o meu grito.

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Criador e Criatura
O poeta
A madrugada
As palavras
Os sonhos
O violão
Amor
Desejos
Solidão
Dor e ...
Poesia.

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domingo, 8 de maio de 2011

Mãe Linha Tênue do Amor
Traz na alma a esperança da vida
Da forma ainda indefinida
Não tem rosto e nem sorriso
Mas a proximidade é inigualável
E o amor inevitável
Carrega no ventre a essência do ser
De gerar uma vida e ensinar pra viver
Quando nasce é um pedaço jogado no mundo
Sorrisos e choros de um suspiro profundo
Amor que maior não existe
Cega mais que o sol
Protege e defende com uma força infinita
Ser mãe é ser rainha e ter poder
É ser a estrela mais radiante e bonita
É ensinar é lutar e se orgulhar ao ver crescer
Depois de um tempo perder para o mundo
Mas sentir o prazer
Que a missão foi bem feita e a trajetória cumprida
Ser mãe é ter poder de sofrer sufocando a dor
É amar feito mar é gerar outra vida
Ser mãe é ter carinho, ter leite e abraço
Ter amor que supera o fim
Que mesmos se mudar de dimensão
Estará dentro de mim
Mãe é respeito sagrado é memória
É único amor verdadeiro
É companhia e é segurança de mãos dadas
Ao caminho inteiro
Mãe de corpo eu te chamo e sei que não estas aqui
Mas saiba ao lado de Deus Nosso Senhor
Que onde estiver enquanto eu respirar
Eu te amo.

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UM FELIZ DIA DAS MÃES A TODAS AS MAMÃES DO MUNDO, PAZ DE DEUS NO CORAÇÃO DE TODAS...

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sábado, 7 de maio de 2011

Jardins e Versos
Jardim de versos
Sementes de amor
Novos universos
Outro sabor
Sementes sensíveis
Duráveis de paz
E pra quem não entende
Não terás jamais
Um jardim tão perfeito
Que resiste a tempestade
Perdeu-se na selva de concreto
Da sua cidade
O meu tem amigos
Simples e verdadeiros
E de estações a estações
São corações inteiros
Jardim do amor
Da tempestade renasceu
E aos olhares invejosos
Superou e venceu
Esse é o meu jardim
Onde planto você
Dentro de mim.

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sob o Olhar do Luar
Na poesia do seu jardim
Escuridão de madrugada
Sob o olhar da lua
Delirava a rosa encantada
Pétalas macias de amor
Num reflexo de paz
Nem a noite muda sua cor
Seu desejo de amar
Nunca se desfaz
Aprendi a ser assim
Ser fiel ao meu jardim
E mesmo que o amor
Não me seja real
Essa rosa jamais me fará mal.

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Entre Ramos Pétalas e Espinhos
Entre ramos pétalas e espinhos
Em algum nascer do sol
Esperando o mundo mudar de cor
Está adormecido o amor
Amor que pulsa no peito
E como um coração não tem jeito
Em versos quer se expressar
Em toda pintura do mundo
No desejo da alma de amar.

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Elevado Seja o Eterno Amor
Que o amor sempre esteja
No topo da montanha
Na estrela mais alta
No vôo elegante do pássaro
Acima das nuvens e acima de tudo
No norte da lua
Na cabeça do sol
No titulo da poesia
Quando se ergue a luz do farol
Em neons e placas
Elevada madrugada
E mesmo que as almas estejam fracas
O amor jamais estará deitado em calçadas
Ele estará morando nas alturas da emoção
No altar mais sagrado
No aconchego de um coração.

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terça-feira, 3 de maio de 2011

O Vendaval dos Dias
Sopra o vento
Parecia leve ao luar
Mas infelizmente não era
Veio de longe pra devastar
Levou a amizade
Quer parecia concreta
E um amor enorme
Tonou-se árvore descoberta
Perderam-se sonhos e carinhos
Na vastidão dos caminhos
Apenas eu fiquei aqui perdido
No meio desse vendaval
Já não sei mais ao certo
Quem é o dono do bem
E quem é o dono do mal.

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Meu Mundo, Teu Mundo e a Rosa
Meu mundo
Pequeno diante do teu
Teu mundo
Imenso que o meu se perdeu
A rosa
Menina do nosso jardim
Despida de medos enfrenta
A chuva que cai sobre mim
Meu mundo
Seu mundo
E a rosa
Canções que viram poesia
E explodem em fragmentos pelo ar
Esperando ansiosamente a manhã
Pro seu desejo acordar.

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domingo, 1 de maio de 2011

Na Tua Nudez Eu Me Deito
A janela entreaberta
Porta cerrada ao amor
Um vento cortante na cortina
O corpo venera a dor
Dor do olhar da menina
Num sol pálido sem calor
Tua fonte de água cristalina
Não jorrava mais o calor
De um corpo que vem e abraça
Como se fez no passado
Num pequeno papel ela traça
Poesia de um coração machucado
Você nem percebia e dormia
Tão linda menina mulher
Do meu mundo eu sei que queria
Que alguém beijasse tua rosa
E lhe tocasse as notas
Da canção do inverno que lhe vier
Deita nua no jardim
Deita aqui perto de mim
Que eu te faço carinho infinito
Seja no beijo suave da lua
Ou no seu grito de amor aflito
Mas vem depressa menina
Traz o teu corpo sedento e arredio
Que aqui nesse sonho de amor
Eu ando sentindo muito frio.

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