quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Mata-me
Mata-me
Com tua ausência
Com tua indiferença
Com tua faca afiada
Que corta o meu peito
Dilacera o meu coração
Mata-me
Com teu olhar impuro
Com teu porto inseguro
Com teu revolver
Munido de palavras ácidas
Destrói minha ilusão
Mata-me
Com tua loucura
Com tua paz sem ternura
Com tua arma branca
Que rasga meus sentimentos
Corrompe meu momento
E aumenta meu tormento
Mata-me
Bem depressa
Sem requintes de crueldade
Na escuridão dessa cidade
Arranque do meu olhar a flor
E do meu jardim leve a dor
Mata-me
Pela falta do teu amor.

By Everson Russo
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O Ultimo Barco do Planeta
A Tempestade
O Livro dos Dias Poesias
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50 comentários:

Guará Matos disse...

As indiferenças devem ser tratadas, tanto quanto.
Abraços.

*Mi§§ §impatia* disse...

Nossa.....que texto forte.....direto.......ameiiiiiiiiiii......
Posso publica-lo no Infinito? Claro que te dando os devidos creditos.....
Linda quinta pra ti amigo, beijos.

darlene alves..(",) ^♥^ disse...

Dores abissais calçadas na síndrome da rejeição, validadas pela indiferença do outro nos atiram ao chão... Além do chão? Nada! Então, o chão é a "morte"... Ou a base de onde podemos extrair o impulso necessário para levantarmos, seguindo em frente.


Aiiiiiiiii meu ♥....

Grande bj...<3

Bons sonhos Poeta Querido..

Darlene Alves..(".)

*Mi§§ §impatia* disse...

Ebaaaaaaaaa obrigada meu lindo........postarei mais tarde lá no Infinito...beijossssss. te adoro demaissssssss.

Nany C. disse...

...e é um matar lento!
Deveriamos pedir: Mata-me depressa!!
Mas,morremos aos poucos,... devagarinho como se fosse possível amenizar a dor.
Quantas vezes morremos assim e ainda carregamos as dores dessas mortes e lamentamos não termos aprendido com as outras?!...

Impunimente, continuaremos a morrer de amor pois assim se cabe a quem ama de verdade...

Beijos meus no teu coração, meu poeta!
Uma ótima quinta-feira pra ti!

Pat. disse...

ai ai ai hein?! Não vai começar.. hehe

Estou imitando minha amada amiga Miss que tem uns comments divertidíssimos... e tua poesia, apesar de triste, pede alegria...

Muitos beijos com muito carinhoooo...

Zil Mar disse...

Oi Poeta....

E como mata!!!!

Me encontrei no meio das suas palavras ...dentro do seu poema...

Mata já!!!!!

Bjos querido Poeta!!!

Zil

Mila Lopes disse...

Olá poeta!

A falta de amor,a indiferença é justamente isso, o oposto do amor, e isso mata lentamente, é a pior morte, aquela que se anda, respira mas não têm vida própria porq outro a levou...

Bjinhos

Mila

Sandra Botelho disse...

Se é para morrer de amor, que seja assim:


Morrer de amor
ao pé da tua boca

Desfalecer
à pele
do sorriso

Sufocar
de prazer
com o teu corpo

Trocar tudo por ti
se for preciso.

(Maria Teresa Horta)

Bjos achocolatados amigo poeta

mARa disse...

...Súplicas ao tempo, que nos mate rapidamente o que em nós nos mata lentamente: A ausência do Amor, aquele que por vezes nos é negado...

Letras sentidas Poeta!

Beijos daqui até aí, e com muitas e muitas gotas de chuva, pois hoje o céu desaba em deliciosas lágrimas...

Paz e LUz!

Luciana Penteado disse...

Bom, então se é sério, já dá pra gente casar, hahaha.

Beijos!

Karente Malfodida disse...

que lindo! que lindo!fiquei quase pra morrer! voce é o poeta maior das KARENTES MALFODIDAS!! bjsssssss

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Não! Mata-me só de amor!
Mas não é que eu gostei do poema? Belo!
Um beijo querido.
Tenha um Lindo Dia!

Pelos caminhos da vida. disse...

A indiferença mata o amor e como mata...

Um bom dia poeta.

beijooo.

Pelos caminhos da vida. disse...

A indiferença mata o amor e como mata...

Um bom dia poeta.

beijooo.

Desnuda disse...

Bom dia, poeta!


Everson é um poema com um apelo muito bem feito em versos para uma situação que faz o sentimento amor fenecer.


Carinhoso beijo e excelente dia, amigo.


*Agora sim pelo link do mail...

Desnuda disse...

Tb consegui do meu blog ao seu agora. Deve ter sido um " bug" passageiro e talvez até do meu próprio blog... ( o seu foi o primeiro blog que abri).

Beijos, amigo

~*Rebeca e Jota Cê*~ disse...

Por que será que palavras ácidas dilaceram tanto, hein? Dói muito mais que qualquer agressão.

Que seu dia seja de luz, querido amigo.

Rebeca

-

Regina Rozenbaum disse...

Aqui poeta, posso dizer? Já tô rsrs: essa semana vcs todos "combinaram" de escrever assim? Falta, ausência, carência, saudade....afff dou conta nauuuummmm Everson!!!
Beijuuss e uma quinta iluminada procê

Wanderley Elian Lima disse...

Olá poeta
Nada pior que indiferêeça da pessoa amada. Realmente é de matar.
Um linda quinta chuvosa para você.
Abração

M. disse...

Não devem faltar candidatas...

Matas-me com os teus poemas...

Assis Freitas disse...

de morrer em cada gesto,


abraço

Daniel Costa disse...

Everson

Sempre versando o amor, desta vez consiste na loucura da paixão. Morrer de amor, terá sido uma proposta muito real. A poesia, por vezes, encontra no realidade sentimental.
Abraço fraterno

AC disse...

Everson,
O amor, sempre condição fundamental...

Abraço

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Pegou pesado na queixa,caro poeta. mas tem jeito de ser diferente? A indiferença é assim mesmo, corta nossa carne como punhal. O poeta não consegue não ser intenso, mesmo na sutilidade disfarçada no poema anterior, ele acaba sendo forte, contundente, mesmo sem querer ser. Um abração

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Pegou pesado na queixa,caro poeta. mas tem jeito de ser diferente? A indiferença é assim mesmo, corta nossa carne como punhal. O poeta não consegue não ser intenso, mesmo na sutilidade disfarçada no poema anterior, ele acaba sendo forte, contundente, mesmo sem querer ser. Um abração

lita duarte disse...

Everson,
tenha um dia azul de alegria!

Tudo passa. Até palavras ácidas.

Beijos.

Mario Neves disse...

Oi amigo Everson! Este poema que é um grito de desabafo, que soa como artérias se rompendo tal lágrimas de um coração. Um desabafo incontido de quem tudo deu e pouco recebeu. Um amor quando mostra um final tão desigual, provoca um desabafo digno de uma represa se rompendo e derramando milhões e milhões de litros de água ou lágrimas quem sabe. Um desabafo necessário, um desabafo que o poeta registra mas entende, o manifesta para que outros mortais possam senti-lo em uma dimensão maior. Mata-me diz o poeta, citando todas as armas de desamor possíveis que se possa ter. O poeta porém sabe que ninguém e nem nada mata o amor, quer sim levar a emoção e adrenalina a seus leitores, a todos aqueles que amam e conhecem o amor. O que morre é apenas o sonho que vestia o amor naquele romance desfeito. O sonho morre o amor não, e não matando o amor não se mata o homem. Aquela dama algoz de tão pouco amor não mata ninguém. Para resumir e terminar cito outro mineiro poeta como Everson, o extraordinário Drummond de Andrade disse: "-O teu amor passou por mim, mas o meu coração ficou" Saudações Natalinas - Mario Neves.

Pena disse...

Poeta Sublime e Extraordinário:
"...Mata-me
Com tua loucura
Com tua paz sem ternura
Com tua arma branca
Que rasga meus sentimentos
Corrompe meu momento
E aumenta meu tormento
Mata-me
Bem depressa..."

Uma enorme e gigante emoção no seu amor explosivo que todos maravilha. O radicalismo do amor fabuloso.
Excelente! Concebido com magia e deslumbre.
Será sempre o poeta do amor?
E, isso é divinal e fantástico.
Parabéns.
MUITO OBRIGADO pela sua simpatia no meu blogue que gostei e apreciei muito.
Com respeito e sempre a admirá-lo no delicioso sentir pelas suas musas que nunca o abandonarão. Nem poderiam.

pena

Bem-Haja, talentoso amigo.
Notável. Adorei.
MUITO OBRIGADO!

Bandys disse...

Um musica pra você não morrer.
O amor que mata não é amor.

Tire suas mãos de mim,
Eu não pertenço a você,
Não é me dominando assim,
Que você vai me entender,

Eu posso estar sozinho,
Mas eu sei muito bem aonde estou,
Você pode até duvidar
Acho que isso não é amor

Será só imaginação?
Será que nada vai acontecer?
Será que é tudo isso em vão?
Será que vamos conseguir vencer?

Nos perderemos entre monstros
Da nossa própria criação
Serão noites inteiras
Talvez por medo da escuridão

Pronto!!

Um feliz dia e um beijo na sua alma

Anna disse...

A indiferença não é veneno que mata instantaneamente, ela vai matando paulatinamente, talvez por isso seja uma forma tão cruel de morte.
Lindo, inspirador...
Beijos, poeta querido!!

OutrosEncantos disse...

A verdade Everson, é que você, seja no bem, seja no mal, escreve sempre bem.
Está muito bem escrito esse poema, muito embora eu não goste de te ler assim...

Te deixo meu beijo e abraço, querido amigo.

Luciano Braz disse...

Pois é Everson, eu acebi de perder a minha.

Mãe é uma palavra mágica!

Pérola disse...

Se eu for nessa onda vou me senti um cadáver.
Beijos poeta querido.

Dri Andrade disse...

Queridooo. lindo,lindo esse.
Tem um carinho de agradecimento pra vc lá em meu blog ok?

beijocas

Amapola disse...

Nossa... que maravilha!
Mata-me... com poemas lindos assim!

Boa tarde, querido amigo.
Continuo sem internet, e estava ansiosa para vir nesse espaço que tem cheiro de amor.

Um grande abraço. Fique com Deus.

Maria Luisa Adães disse...

Não quero que te matem
Não quero que te levem
Não quero que te façam sofrer!
Não quero!...

Não quero que me esqueças!
Eu vou partir para Sampa
no próximo domingo
5 Dezº de 010.

Não levo pc,
Vou tentar esquecer pc,
vou tentar libertar-me...

E só venho
quando a saudade me matar
e eu não possa ficar.

Aí, volto de uma outra forma
mais desprendida,
a aceitar aquilo que não gosto.

A minha amizade por ti fica!
Sabes "esta maneira de ser" faz sofrer
e quando sofrer,
seja no mundo real
onde posso lutar
e ninguém me julgar.

Te desejo Natal Feliz
Te desejo um Bom Ano
Te desejo Paz e Amor
e muitos amigos como tens.
Te desejo o melhor!

Agradeço tua amizade!

Beijos querido amigo
Até sempre!

Maria Luísa

Rosemildo Sales Furtado disse...

Oi Everson! Mais uma vez nos brindas com um belo poema. Adorei, principalmente o trecho abaixo:

Mata-me
Com tua loucura
Com tua paz sem ternura
Com tua arma branca
Que rasga meus sentimentos
Corrompe meu momento
E aumenta meu tormento

Abraços e fiques com DEUS.

Furtado.

Everson Russo disse...

Lidi Dias "Mata-me Mata-me Com tua ausência Com tua indifere...":

Aplaudo-te!!
Talvez um amor não correspondido acontece assim...mata nos com o desejo de ver nos caindo a cada dia mais na escuridão...
Em nossa mente há tortura e medo, raiva !!!
Nunca tinha lido versos escrito assim por ti.Mas gostei muito do texto, das palavras bem colocadas em cada linha que é o caminho para a libertação de um amor que não deu certo!
Lindíssimo !!
Beijos na sua Alma

Lidi Dias disse...

Aplaudo-te!!
Talvez um amor não correspondido acontece assim...mata nos com o desejo de ver nos caindo a cada dia mais na escuridão...
Em nossa mente há tortura e medo, raiva !!!
Nunca tinha lido versos escrito assim por ti.Mas gostei muito do texto, das palavras bem colocadas em cada linha que é o caminho para a libertação de um amor que não deu certo!
Lindíssimo !!
Beijos na sua Alma
Obrigada pelo carinho amigo Poeta!!

Machado de Carlos disse...

Pensando nela chegamos a pensar na morte da Alma. Aquela ausência nos leva a uma dor causticante no peito. Mas só de pensar em momentos de ternura, contemplamos as flores do grande jardim!

Belíssimo poema! Parabéns!

Um abraço!

Brasil Desnudo disse...

Boa noite, caro Amigo Everson!!

O Amor que se foi, e aferida que ficou...
Sem a morte, mais com dor da perda, sobrevivemos em desespero, mas sobrevivemos, até a vida renascer em outro Amor!

Lindo Poema, Everson!!

Uma ótima noite pra Ti, Amigo!!

Marcio RJ

Nubia Santos disse...

Para variar, eu gostei.
São as feridas de amor que nos fazem brilhar ao compor. abraços!

Lívia Azzi disse...

Amei, amei, Everson!

Indiferença é o ingresso para o abismo dos sentimentos...

Caímos de encontro a nós mesmos até a morte...

Amor é falta, amar é sorte!

Um beijo!!

Elzenir Apolinário disse...

Quero viver, mesmo com a saudade e a indiferença. Muito lindo!!! Bjs

Rute disse...

Beijos querido amigo,
ótima sexta-feira a vc.

Rute disse...

Beijos querido amigo,
ótima sexta-feira a vc.

Lau Milesi disse...

"Quequé" isso ,poeta? Ai dela que mate você, será procurada até no fim do mundo? :)Como ficaremos sem seus belos poemas? Lindos e intensos, seus versos.

Um beijo, poeta amigo, estou de volta.
Amanhã estarei aqui para ler o que perdi..:)

Livinha disse...

Quando as nossas espectativas não são superadas, qualquer tempo mata viu Everson...
Imagine o dito do silêncio, que deixa a gente sem resposta, com anseio no peito, qual flor largada e por água ansiosa...

Belíssimo

Beijos

Livinha

Paula Barros disse...

A indiferança mata, aniquila o que temos de melhor. E nem precisa para ser morto, porque ela mata aos pouquinhos, lentamente, cruelmente.


beijo!

 
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