quinta-feira, 21 de maio de 2009

Ele, o Amor
Ele andava sozinho
Tinha a mais perfeita cor
Procurava sempre braços abertos
E um colo pra aliviar a dor,
A cada esquina que passava
Vários olhares ao dele cruzavam
Mas ele nem se importava e seguia
Não sabendo onde morava sua alegria,
Por muitas chuvas e tempestades
Silêncios e madrugadas pelas cidades
Ele sobrevivia da solidão,
Tão carente e tão ferido
No peito ainda batia um coração,
Por todos os lugares que ia
Alguém te tocava, mas, não percebia
Que a cada dia que passava
Sua esperança morria,
Pois ele vivia ali despetalando sua flor
E ninguém percebia que
Ele era o amor.

By Everson Russo
evrediçõesmusicais®
Direitos autorais reservados lei 9.610 de 19/02/98
Visite também:
O Ultimo Barco do Planeta
A Tempestade

4 comentários:

A TODAS AS MARIAS... disse...

q lindo Everson,vc é um poeta maravilhoso,um amigo genial um anjo q merece só felicidades!!
obrigada pela visita no meu blog de fé,abçao,lindoo,adoro vc!!
lane

Palma da Mão disse...

Belo mesmo, uma autêntica delicia migo, e de facto todos o procuramos, e por vezes ele sente-se onde menos se espera...
Beijinhos
Liliana

Desejos Aliciantes disse...

Belo poema...
adorei
Boa tarde pra vc
Beijos aliciantes

Desejos Aliciantes disse...

Belo poema...
adorei
Boa tarde pra vc
Beijos aliciantes

 
Web Analytics